sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Obrigada por suas canções

É com pesar que escrevo este texto.
Hoje, partiu para outra dimensão, mais um (grande) cantor e compositor brasileiro.
Vanderli Catarina, mais conhecido como Vander Lee.
Nasceu em Belo Horizonte, em março de 1966.
Foram 19 anos de carreira.

Conheci suas músicas, ainda quando fazia o ensino fundamental... Um professor, o qual admiro muito, não só pelo ser que é, pelo excelente mestre na Língua Portuguesa e Literatura... Sim, ele cantava em sala de aula! E declamava lindas poesias, ele esbanjava/esbanja um talento lindo!

Cantava em sala de aula, dentre outras canções da MPB, as belas canções do Vander Lee.

Passei a gostar do cantor e de suas músicas - ouço-as lendo as letras.

Conheci um amigo, que também me fez gostar mais ainda desse grande cantor. Compartilhou comigo (via e-mail - zipado) vários discos.

Sem mais... Não saberia falar do Vander Lee, da pessoa dele ou de como ele é. Nunca fui a um show ao vivo... vontade não faltou! Mas não tenho dúvida que foi um grande homem por aqui! 

Que os anjos o receba com flores e belas canções... ao eterno Vander Lee, obrigada por suas canções!






terça-feira, 28 de junho de 2016

Não, não pararei

Aqui pensando com meus botões... Nessas tantas ou poucas ou visíveis e até invisíveis oportunidades que surgem em nossa vida. Nos preocupamos por demasia no amanhã e então a gente pensa que se começarmos algo  novo irá de alguma forma atrapalhar o andar da carruagem. E "a gente" demora a perceber que tudo (T U D O) que realizamos, começamos, escolhemos ou se agarrarmos as oportunidades: o presente - será só mais algo novo; novas chances; novos rumos - é algo mais a acrescentar àquilo que já somos/tornamos. Aquilo que tu és!

terça-feira, 14 de junho de 2016

brincando com a Língua Portuguesa. Ou melhor, com a Gramática... ou não seria os dois?

O assassino era o escriba
Paulo Leminsky


Meu professor de análise sintática era o tipo do
sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas
expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Sobre meditação



Tenho lido sobre a prática. Me desfiz de preconceitos e, por curiosidade ou ironias do destino - conheci a meditação através de um livro.
 A partir de então passei a buscar mais sobre o assunto. Tenho tentado e me empenhado a aprender a meditar - ou por que não dizer: a silenciar minha mente.

Assista ao vídeo. Espero que você também possa se abster de seus conceitos e preconceitos sobre a meditação e também se interesse por esta arte... Ou melhor, a este encontro com Deus e consigo mesmo, enfim a paz.


amor 2 em 1