Um convite nos foi
feito/proposto. Abraçarmos nosso vizinho; o que se transformou em um abraço
coletivo, onde ninguém ficou sem abraçar ninguém...
Na correria da vida, esquecemo-nos
de tantas coisas simples e boas que podemos fazer; passam despercebido alguns
atos, alguns gestos, palavras, afeto! E então, nos perguntamos: e o sentido de
tudo, onde está? Falamos “oi”, “tchau”, respondemos um “tudo bem” com um “tudo
bem”. E às vezes nem ao menos respondemos!

Às vezes passamos dias sem
abraçar alguém... E quando isso acontece, não há como se segurar; há naquele
abraço lembranças, carência de um ombro amigo, de alguém que te diga: “me
abrace quando eu precisar, e que eu não precise pedir seu abraço.” E sim, você
pode chorar, não se segure. Isso é amar, é cuidar do outro.
Que os abraços sejam multiplicados e cresçam como uma PA, e, que sejam infinitos assim como o riso de uma criança!
Que os abraços sejam multiplicados e cresçam como uma PA, e, que sejam infinitos assim como o riso de uma criança!
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